sábado, 2 de abril de 2011

Gravidez no verao pros e contras

Gravidez no Verão: nascer nos meses de mais calor tem os seus benefícios!

A punto de dar a luz ¡en verano!
Estar grávida quase 40 semanas leva por si mesmo a uma série de desconfortos (pernas inchadas, dores nas costas, problemas para dormir) para os quais o calor asfixiante desta estação não contribuirá em nada. No entanto, nem tudo é negativo. A época de Verão também apresenta uma série de benefícios, por exemplo, diversos estudos mostram que as crianças que nascem no Verão são mais felizes, optimistas e com uma estrutura óssea melhor.:)))
 
Como combater os desconfortos?
 
Alimentação

Embora o calor reduza a sua vontade de comer, deve continuar a levar uma dieta equilibrada e cobrir as necessidades alimentares consumindo umas 2000 calorias diárias: 1100 precedentes de glícidos, 600 de gorduras e 300 de proteínas, divididas em seis refeições por dia.

No entanto, não será necessário comer sopas e guisados fortes, bem pelo contrário, opte por saladas com massas, arroz ou frango (que também alimentam e se juntar apenas azeite aportam menos calorias), gaspacho, verduras e, sobretudo, muita fruta. As grandes refeições obrigam o organismo a trabalhar mais e durante mais tempo, o que acabará por gerar mais calor. Escolha alimentos ricos em fibra, especialmente verduras e frutas frescas. Para além disso se têm um alto conteúdo em líquidos a combinação será perfeita.
Minimize as quantidades de sal que fazem com que retenha líquidos, mas não o elimine por completo já que é benéfico para a formação do feto. Dessa forma, evite os molhos caseiros, o marisco e pratos cozinhados com ovos se comer fora de casa. A última coisa que agora lhe faz falta é ficar doente por salmonelas.
Se costuma suar muito com o calor, assegure-se de que bebe água suficiente. Nos dias mais quentes a perda de líquidos é mais elevada devido à transpiração. Nesse caso, é necessário restituir constantemente o líquido eliminado consumindo água continuamente. Mas procure não abusar das bebidas ricas em açúcar, como a as granizadas por exemplo. O melhor é beber uns litros diários de água com a finalidade de reforçar a função dos rins, favorecer a circulação do sangue e eliminar as toxinas. Graças a esta medida tão simples o sangue distribui melhor os nutrientes, evita-se a obstipação, depura-se o organismo e regula-se a temperatura corporal.
 
A água é a melhor alternativa, mas também os o são os sumos de fruta, o leite ou as bebidas isotónicas com grande capacidade de hidratação. Estas têm na sua composição um alto conteúdo de sódio, glicose, potássio e outros minerais que favorecem a absorção da água.
A máxima higiene

Entre o calor, as hormonas e o peso do bebé, é normal que possa suar bastante e que, dessa forma,  deve ter a máxima higiene. Pode tomar um duche várias vezes ao dia se for necessário e dar uns mergulhos na piscina ou no mar.

Depois de dar à luz terá que ter mais cuidado já que os lóquios têm um odor característico, que unido ao suor pode tornar-se desagradável. Se teve de fazer uma episiotomia, tem que ter cuidado para não abusar da água para que não dificulte a cicatrização.

Pode tomar um duche no dia a seguir ao parto, mas o banho é desaconselhável antes da quarentena pelo risco de infecções. Dessa forma, não poderá submergir o seu corpo no mar ou na piscina até que o puerpério passe. O colo uterino não fechou completamente e se entra água na cavidade uterina pode causar infecções que poderiam chegar a ser realmente graves, depois de uma cesariana devem-se manter as mesmas precauções, não só pela cicatriz, que tarda uns 15 dias a curar, como pela permeabilidade do canal cervical.
 
Cuidados com o sol

Deve proteger-se com um boné, com um chapéu-de-sol e utilizar um creme de protecção solar alta. As alterações hormonais da gravidez podem escurecer a pele à volta do nariz e da boca (cloasma). Para evitar que essas manchas da cara se acentuem mais é fundamental aplicar creme meia hora antes de sair à rua. Um creme próprio pode ajudar a que desapareçam, mas o mais importante é evitar que apanhem só durante todo o ano e especialmente nos meses de Verão.
 
Conselhos para dormir

À noite é preferível não baixar completamente as persianas e dormir com as janelas ligeiramente abertas. Tenha em conta que durante a gestação o seu corpo precisa de mais oxigénio do que o habitual e em sítios onde o ar está saturado talvez lhe custe a respirar bem.
Se à noite não consegue conciliar o sono, acostume-se a dar passeios ao final da tarde ou a relaxar com um banho de água morna.
Tão pouco é bom ligar o ar condicionado durante toda a noite, mesmo se o calor for insuportável não coloque o ar condicionado muito forte e desligue-o passado umas horas.
 
Como vestir?

Opte por tecidos naturais e transpiráveis como o algodão ou o linho que permitam que a sua pele “respire”. Para além disso, este tipo de tecidos evitará que apareçam urticárias, pele “assada”, problemas muito comuns durante a gestação.
Escolha roupas de cores claras e neutras que reflictam a luz do sol. Até que baixe o mercúrio, retire do seu armário o negro e as cores escuras que absorvam o calor.
Não use roupa muito apertada, uma roupa mais folgada que deixe o seu corpo respirar e o ar correr será bem mais confortável para a sua pele pois assim o calor distribui-se melhor e evita a transpiração intensa.
No que diz respeito ao calçado não use sapatos de plástico, muito menos no Verão a não ser que queira submeter os seus pés às piores torturas e favorecer o aparecimento de desagradáveis lesões, para não referir o inchaço que os seus pés irão sofrer. Dessa forma, utilize calçado cómodo fabricado com materiais naturais, como a pele e o algodão. Se possível use os sapatos um número acima do seu para que ao fim do dia não seja tão desconfortável andar calçada.
 
Amamentação

Muitas mulheres suam e sentem muita sede quando amamentam, mais ainda no Verão. É uma reacção fisiológica normal. Também o bebé pode suar muito (pela cabeça) enquanto come, devido ao esforço que realiza.
Para estarem mais cómodos, coloque uma gaze fina sobre o braço onde apoia a cabeça do bebé. Para além disso, convém que tenha à mão água para se hidratar enquanto dá peito.
 
Nem tudo é negativo

Seguramente que mais do que uma pessoa disseram o seguinte ao saber que ia dar à luz no Verão “Coitadinha! Com o calor que faz!”. Se bem que as temperaturas altas podem ser algo negativo (sobretudo se não era uma pessoas que suportava bem o calor), tudo depende do ponto de vista de cada um.
A primeira coisa que está mais que demonstrada é que os climas quentes aumentam a sensação de alegria e de bem-estar. Os dias tornam-se mais longos e há muito mais tempo para se fazer planos com calma: sair com os amigos, passear com a família ou com o seu parceiro, etc.

Se tem uma piscina em casa ou se gosta de ir às piscinas municipais não tem que renunciar a ir, apenas deve fazer uso das recomendações do seu médico no que diz respeito à exposição solar e a tomar banho. Extreme as precauções: não nade na água, é melhor que se sente à volta da piscina e que mergulhe na parte mais baixa. Cuidado com os possíveis encontrões das outras pessoas. Para além disso, a piscina é excelente não só para as grávidas e bebés, mas para qualquer pessoa que queira relaxar fazendo um exercício pausado.
Se pensou ir uns dias de férias para o campo ou para a praia para estar mais relaxada e fresca, não existe inconveniente nenhum sempre e quando escolher um meio de transporte cómodo e se a viajem não for muito longa. Dessa forma, contemple a possibilidade de que o parto apareça como imprevisto e vá para sítios onde tenha um hospital próximo.

Para além disso, a água do mar ao contrário da água da piscina é altamente recomendável para problemas de pele, de ossos, de músculos e, inclusivo, comprovou-se que tem o seu impacto no nosso cérebro pelas suas propriedades psicológicas.
Outra vantagem é que nesta época de férias poderá desfrutar da companhia familiar. À medida que se aproxima o momento do parto estará mais nervosa e preocupada e a presença das pessoas que lhe são mais queridas irá ajudar a que esteja relaxada e a que se distraia.
 
Benefícios para o bebé

Segundo um estudo feito pela Universidade de Bristol, os bebés que nascem no fim do Verão ou no inicio do Outono são mais altos e têm os ossos maiores. Isto deve-se ao aporte de vitamina D, que o sol produz, recebido pela mãe.
O estudo realizou-se com 7000 crianças nascidas entre o ano de 1991 e 1992 seguindo os dados meteorológicos desses anos para se determinar o grau de exposição ao sol que as mães receberam durante o ultimo trimestre da gravidez. Também se avaliou o grau de vitamina D que tinham 350 mães na 37 semana de gravidez.
O resultado é que as crianças aos 10 anos (hoje já adolescentes) que nasceram em Agosto e Setembro são 0,5 cm mais altas que as que nasceram na Primavera e no Inverno e os seus ossos são maiores, já que a sua estrutura óssea é maior.
A conclusão é que estas crianças estiveram expostas a uma maior quantidade de vitamina D devido ao sol que as suas mães apanharam no final da gestação, já que a vitamina D contribui para a formação dos ossos juntamente com o cálcio
Para além disso, as crianças que nasceram no Verão têm uma visão mais positiva da vida. Pelo menos é esta a conclusão de um estudo realizado pela universidade de Helsinki (Finlândia) que revelou que os filhos de mulheres que tinham consumido chocolate durante a gravidez para melhorar o ânimo eram mais activos e sorridentes( lol ,entao o Dinis ira ser muito sorridente). A razão pode-se dever ao facto do feto receber a sensação de prazer provocada por certos alimentos quando está no útero materno. Outros estudos seguem esta linha: investigadores da Universidade de Viena e da Universidade de Tóquio coincidem das pessoas mais felizes terem nascido no Verão.

Bebe será que somos incompativeis ?

Incompatibilidade de Rh

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Entre os múltiplos exames pré-natais aos quais será submetida durante a gravidez encontra-se o da incompatibilidade do Rh. No entanto, sabe o que é exactamente e qual é a finalidade do seu diagnóstico?
 
O que é o Rh?
O Rh ou factor Rhesus diferencia os tipos de sangue segundo a presença ou ausência de certas proteínas que se encontram na superfície dos glóbulos vermelhos. A maioria das pessoas tem sangue com Rh positivo, ou seja, produzem esta proteína. O resto, cerca de 15%, não e são Rh negativo.
 
O que é a incompatibilidade de Rh e porque é que se produz?

A condição negativa do factor Rh no sangue não é prejudicial para estas pessoas, no entanto, as mulheres com Rh negativo têm probabilidades de desenvolver uma incompatibilidade de factor Rh com o seu bebé. Situação que traz certos riscos.
Esta intolerância produz-se quando o sangue da mãe é Rh negativo e o do seu futuro filho é Rh positivo. Neste caso existe a possibilidade de o sangue do bebé penetrar no fluxo sanguíneo da mãe. Como estes glóbulos vermelhos com factor Rh são estranhos para o organismo materno, o seu sistema imunitário tratará de eliminá-los, desenvolvendo anti-corpos que podem atravessar a placenta e atacar o feto com RH+.
A incompatibilidade do factor Rhesus não pode causar problemas na primeira gravidez, porque o sangue da mãe e do bebé não se misturam ou se o fazem não é de forma significativa. Não obstante, durante o nascimento, para além de outros casos, parte do sangue da criança pode passar para a circulação materna. Momento no qual se desenvolvem os anti-corpos Rh, como resposta do organismo. A mãe já está sensibilizada.
 
Porque é que deve conhecer o meu factor Rh?

No caso de não ter factor Rh terá que tomar certas medidas para garantir a saúde do seu bebé.
Saber que tipo de sangue possui é tão simples como fazer análises ao sangue. Se é do tipo Rh - e o pai também, então a criança também será Rh-. Neste caso não há perigo de se desenvolver uma intolerância de Rh e, dessa forma, não requer tratamento depois de dar à luz.
Se é Rh negativo e o pai positivo, existem 70% de possibilidades de que o sangue do bebé seja Rh positivo e como consequência incompatível com o seu. Como não há forma absoluta de conhecer o Rh do feto, sempre que uma mulher seja Rh- receberá injecções de mioglobina antiD ( que doem que se farta)durante a gestação e também depois do parto se se descobrir que a criança é positivo, isto para destruir qualquer célula Rh+ e evitar o desenvolvimento de anti-corpos.
Se se detectarem anti-corpos durante a gravidez, tanto a mãe como o bebé necessitarão de cuidados especiais. Realizam-se análises ao sangue e a evolução do feto será vigiada por si no caso de apresentar algum sintoma.
No entanto, apesar das altas probabilidades de não desenvolver uma incompatibilidade, o médico a considerará para evitar qualquer risco, já que o tratamento, no caso de não ser necessário, não prejudicará nem a mulher nem o bebé.
 
Riscos
A aparição de anti-corpos é muito pouco provável com um bom controlo pré-natal e um tratamento adequado. Sem tratamento existe entre 15 a 50% de possibilidades de gerar anti-corpos. Com tratamento é praticamente de 0%. No entanto, convém conhecer as possíveis complicações da incompatibilidade de Rh.
Estas podem ser leves ou muito graves. O pequeno poderá padecer de icterícia (cor amarela da pele do bebé), anemia, insuficiência cardíaca, danos cerebrais, e em casos extremos produzir abortos espontâneos ou o nascimento do bebé sem vida.
 
Possíveis exposições ao sangue do bebé

Parto
Aborto espontâneo
Aborto voluntário
Hemorragia vaginal
Amniocentese
Análises de vilosidades coriônicas
Gravidez ectópica
Gravidez Molar

CALCULADORA DE PESO

Resultado da Calculadora de Aumento de Peso

 
Provavelmente o teu aumento de peso deveria situar-se e entre o seguinte intervalo: 11.5 a 16 kilos
 (XIIIIIII !!! aonde ja vai os 16kilos hihihi)
Para um aumento de peso de a 11.516 quilos O aumento de peso se distribuí da seguinte maneira:
 
O Teu corpo:

Útero: a quilos0.91.3

Peitos: a quilos0.71

Sangue: a quilos1.72.4

Agua: a quilos0.91.3

Gordura: a quilos2.33.2

Sub-total (1): a quilos6.59.2

O Teu bebé

Feto: a quilos3.34.6

Placenta: a quilos0.71

Líquido amniótico: a quilos0.91.3

Sub-total (2): a quilos4.96.9

TOTAL (1 + 2): a quilos11.416.1
 
Durante os trimestres o aumento de peso é desigual. Enquanto que no primeiro trimestre é possível que não aumentes de peso, ou que o aumento se situe entre os 15 e os 20% do total, no último trimestre podes chegar a aumentar até meio quilo por semana.

Consulta periodicamente com o teu medico a evolução do teu peso, já que é um factor importantíssimo no desenvolvimento normal da gravidez.

È so o Pre-Parto...Indicaçoes e relaxamento

É só pré-parto


Até aos quatro centímetros de dilatação é parto, mas não é bem. É pré-parto. Não vale a pena ir para o hospital. Não vale a pena entregar-se ao nervoso miudinho. O truque é ficar em casa, relaxar e poupar forças.

Ao acordar, Inês Peceguina teve «uma sensação de perda de líquido». Foi logo para hospital, pois sabia que estava lá a sua obstetra. Quando chegou, ao ouvir as palavras da médica, arrependeu-se imediatamente: «Vamos tratar das coisas para ficar aqui comigo». Inês pensou: «Tratar das coisas? Ficar aqui? Mas eu ainda nem tenho dores». Seguiu-se um toque, descolamento das membranas e ordem para andar. Durante o passeio, Inês convenceu-se de que não queria ficar já internada. «Não gostei muito daquelas intervenções e já sabia que se ficasse me iam ligar ao soro, dar ocitocina, obrigar a deitar.» Informou a médica, que não se opôs, e foi para casa, decidida a acelerar o parto por sua conta.

«Subi e desci as escadas do meu prédio – moro no 10º andar –, balancei na bola de Pilates, andei na passadeira rolante, mas também fui à mercearia, trabalhei na minha tese, li, descansei.» As contracções, por aquela altura, mantinham-se leves: «Incómodas, mas nada que me fizesse parar». Ao final do dia, começaram a ficar mais intensas e Inês passou a apontar o intervalo e a duração. Ainda eram espaçadas por 10 minutos, embora as dores fossem agora mais fortes. Jantou calmamente e esperou, de relógio na mão, ao lado do marido. Sentiu as contracções a apertarem, a ficarem cada vez mais próximas umas das outras. E manteve sempre a calma, pela noite dentro.

Por volta das três da manhã, com contracções de três em três minutos, decidiram ir para a maternidade. «O caminho foi muito difícil, uma aventura, pois estava com muitas dores nos rins.» Na maternidade, mediram-lhe cinco centímetros de dilatação e aconselharam-na a dormir. «Já estava muito cansada e a enfermeira sugeriu que aceitasse a epidural “antes que as dores piorassem”». Um descanso de cerca de duas horas que lhe deu todas as forças para pôr o Sebastião cá fora logo ao início da manhã. «Foi óptimo. Uma sensação de êxtase total. Esqueci tudo o resto à volta. Senti-me muito bem», sensações que Inês tem a certeza de que só foram possíveis porque foi ganhando energia durante o dia, entre as suas coisas, no seu mundo, na sua casa.

ISTO JÁ É O PARTO?

Até aos quatro centímetros de dilatação, as recomendações são para ficar em casa. A esta fase do parto chama-se pré-parto ou fase latente e, numa gravidez normal, em que tudo esteja a correr nem, não há nada que se possa fazer na maternidade para ajudar o bebé a sair.

O melhor é estar em família, confortável, o mais descontraída possível, para que a ocitocina natural possa fazer o seu trabalho e ajudar o útero a contrair. Esta fase costuma ser a mais longa do parto, mas também a menos intensa. Pode começar sem que se dê conta, sem dores, alguns dias ou até semanas antes. Ou pode durar algumas (às vezes muitas) horas e notar-se perfeitamente, com contracções ligeiras e espaçadas mais de 20 minutos. Todas as mulheres são diferentes.

À primeira contracção, o normal é surgir a dúvida: é isto? Já estou em trabalho de parto? A dor será semelhante à de uma cólica menstrual. A sensação será precisamente de contracção na barriga, como se ficasse dura. É o útero a contrair-se. Se não se repetir em breve, podem ser apenas as contracções de Braxton-Hicks, que não são sinal de parto, mas sim uma espécie de treino do útero para as verdadeiras contracções. Essas, as verdadeiras, são mais prolongadas, mais intensas e vão-se tornando mais frequentes e mais dolorosas com o passar do tempo. É normal não distinguir umas das outras, por isso, à primeira contracção, a atitude certa é manter a calma e esperar. Só quando começarem a ter intervalos de quatro minutos, deve pensar em ir para o hospital (o tempo entre contracções conta-se desde o início de uma ao início da outra). Entretanto, o seu corpo irá trabalhando, dilatando, abrindo, ajudando o bebé a descer.

E QUE FAÇO EM CASA?

Se for de noite, tente dormir(ah! tem uma lata,com contracoes não e?E quem e que consegue dormir com essa moinhas intensas?). Nesta fase, é importante descansar o mais possível, poupando forças para quando chegar a parte difícil (sim,sim e viva o descanso!). Deite-se, de preferência sobre o lado esquerdo, a posição que mais facilita a dilatação, pois optimiza o afluxo de sangue e de nutrientes à placenta. Mesmo que não consiga alcançar um sono pesado, deixe-se ir «passando pelas brasas». Qualquer minuto de repouso será precioso para o trabalho árduo que se segue.(isso e tudo verdade,para quem consegue...)

A vantagem de estar em casa é ser muito mais fácil relaxar, ainda que continue a ser complicado serenar os pensamentos, sabendo que o bebé está prestes, prestes a nascer. O truque é manter-se entretida, para que a cabeça não atrapalhe o corpo.(lol,entretida...a gritar com o marido por exemplo ehehehe)

Continuar a rotina do dia-a-dia ajuda a tranquilizar. Faça o que tinha planeado, mas não se afaste muito de casa. Num primeiro parto, nunca se sabe. Às vezes, os quatro centímetros chegam depressa e, nessa altura, as contracções já podem ser mais dolorosas. Em casa, há sempre mais recursos para aliviar a dor: música agradável, luz a gosto, os nossos cheiros.(hummmmmm,vontade de fumar um cigarro...CALA.TE!)
E pode:
■ Tomar um banho ou duche morno. Ajuda a relaxar, alivia as dores e favorece a dilatação.
■ Muitas mulheres optam por cozinhar quando estão em pré-parto( COZINHAR? sim,sim era o que mais faltava,ate que era bem pensado fazer um bolinho!). Porque não fazer bolos ou bolachas para levar para o hospital? Sempre é um bocadinho de casa que vai consigo e saberá bem saborear um lanche caseiro depois do esforço do parto.
■ Fazer actividades que a aproximem do bebé: dar os últimos retoques no quarto, ver se falta alguma coisa na mala que levará para a maternidade, tirar fotografias à barriga, despedir-se da barriga, pois irá ter saudades (pois vou...muitas saudades,para mim sera a ultima vez infelizmente!snif!).
■ Fazer coisas que provavelmente não fará tão cedo: ver um filme, ler um livro, sentar-se no sofá (jogar playstation?????? faz tanto tempo...).
■ Ir as vezes que forem precisas à casa-de-banho. Quanto mais espaço livre houver mais fácil será para o bebé fazer o caminho ( o meu primeiro filho so não nasceu na sanita por falta de dilatação minha,so la e que me sentia um pouco melhor.CONTRACÇÃO?...SANITA!).
■ Usar todas as técnicas de relaxamento que souber e que se lembrar (HUMMM,TÉCNICA DE RELAXAMENTO Nº1: "Nuno vem cá! Nuno nao me deixes! Nunoooooooo!!!): respiração, meditação, visualização. Aproveite o momento, sinta a felicidade de estar quase a chegar à meta.

E QUANDO VOU PARA O HOSPITAL?

Ir para o hospital muito cedo pode gerar ansiedade na grávida e levar a intervenções desnecessárias por parte dos profissionais de saúde (ocitocina artificial, monitorização fetal). O ambiente médico, aliado ao facto de ter de trocar a sua roupa por uma bata, de (em alguns hospitais) não poder comer, nem beber, e (também em alguns hospitais) não poder ter um acompanhante ao lado nesta fase em nada contribuem para o relaxamento necessário à dilatação. O conforto de um hospital, por muito hoteleiro que seja, não se compara ao da nossa casa. Para saber quando está na altura de deixar o ninho pode usar o método «411»: significa contracções de quatro em quatro minutos, com duração de um minuto, durante uma hora. Começa a fase activa do trabalho de parto, começa o bebé a descer pelo canal vaginal. Se o hospital for longe (mais de meia hora de caminho) convém ir mais cedo. Mas, a não ser em casos excepcionais, não é preciso ir a correr. Se se sentir bem e confiante, até pode ficar mais tempo em casa. Nesta fase, o normal em primeiros filhos é que o útero dilate cerca de um centímetro por hora. Se estiver mesmo com quatro dedos de dilatação, ainda tem, pelo menos, seis horas pela frente….


NÃO FIQUE EM CASA SE:
 
■ Não sentir o bebé durante 12 horas. Mas primeiro tente estimulá-lo comendo algo doce, mexendo-se ou falando com ele.
■ Tiver uma hemorragia vaginal considerável. Pequenas perdas de sangue são normais durante a gravidez, mas se for em grande quantidade pode significar alguma complicação, habitualmente com a placenta.
■ Se a bolsa de águas rebentar, mesmo que não tenha dores. Se o líquido for claro e inodoro não é preciso ir logo para o hospital, mas é conveniente falar com o médico.


FASES DO PARTO
 
Primeira fase■ Fase latente (ou pré-parto): até aos quatro centímetros de dilatação; as contracções vão sendo mais fortes e ritmadas. Pode durar até 20 horas.
■ Fase activa: dos quatro aos dez centímetros; descida do bebé pelo canal vaginal; as contracções tornam-se mais intensas. Habitualmente dura sete a oito horas. Em média, o útero dilata um centímetro por hora.
 
Segunda fase
■ Período expulsivo: desde que o útero atinge os dez centímetros de dilatação até ao nascimento do bebé; a mãe começa a sentir vontade de fazer força. Pode durar entre 45 e 60 minutos num primeiro parto e entre 15 a 20 nos restantes( isso agrada.me,bem rapidinho...).
 
Terceira fase■ Dequitadura: expulsão da placenta. Demora cerca de 30 minutos.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

PRESERVAÇAO DAS CELULAS ESTAMINAIS...Um Acto de Amor

Falando no Futuro

Hoje em dia temos a capacidade de garantir o futuro,garantindo a saúde. Isto e possível preservando as células estaminais do nosso filho no momento do nascimento. Escolhi a Bioteca, o laboratorio que esta a mais tempo em Portugal,e Portugues e foi o primeiro,e ser pioneiro tem muitas vezes um peso saudavel. A mim oferece-me todas as garantias e toda a segurança que preciso. No momento do nascimento irei fazer a crioperservaçao das celulas do cordao umbilical do meu filho.Esta e uma opcao que tem que ser tomada ainda antes do nascimento mas que representa desde logo todo o amor que tenho pelo meus filhos e alem disso apoiam diretamente a associaçao Portuguesa de Portadores de Trissonomia 21 tambem pesou na minha decisao.

Hora do Banho....Na Shantala :)

Diario de uma gravidez...Dilema da Banheira

Pois e grande dilema este que ando a atravessar...A banheira para o Dinis,queria uma coisa onde desse banho ao Dinis que ele se senti.se confortavel e as minhas costas tambem.
ja tenho visto varias,alias vi uma bem gira na Pre Mamam com o suporte e a banheira com uns reservatorios de lado para o champoo e gel...um mimo,e carota tambem, o conjunto ficava a volta dos 150e (pensar que a partir dos 18/24 meses assim que o bebe se por de pe ja pode passar para a banheira da casa)
Aindei hoje na pesquisa on line para ver novidades...ando a procura de banheiras

Banheira Shantala ….para ver na prática!

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Muitas são as questões que nos colocam acerca da banheira Shantala…..”Para que serve este balde?” é a mais emblemática!
Pois bem, finalmente está disponível no YouTube um video bastante completo e onde podemos ver, efectivamente, as vantagens do uso desta banheira.
Hoje em dia já vamos ouvindo…finalmente…que não é necessário dar banho todos os dias aos bebés…p.ex. o meu filho que tinha dermatite atópica, piorava significativamente se lhe dava banho todos os dias…mas o momento do banho pode ser também um momento de prazer e relaxamento….e com a Shantala esse momento fica certamente assegurado.
Esta questão é particularmente verdade no caso dos recém nascidos, que saídos do ventre da mãe onde estavam aninhados e protegidos, são colocados em banheiras grandes, onde apanham frio e se sentem desamparados.
Com a banheira Shantala, os bebés sentem-se como que regressados ao ventre materno:
- as paredes da banheira são um limite, assemelhando-se à forma do útero, dando-lhes segurança
- ficam envolvidos pela água
- a temperatura da água mantém-se quente por mais tempo, porque a superfície em contacto com o ar é menor
Por outro lado, permite ao bebé, ter melhor contacto com o que se passa à sua volta, ficando mais calmo e relaxado.
Além destes aspectos, existe ainda o lado ecológico, pois gasta-se menos água e energia…e o lado prático, pois é fácil de transportar, mesmo cheia, e de despejar.
A banheira Shantala está disponível para venda na nossa loja online, nas cores branca e azul e amarela!

Nao sei se fiz asneira mas com tantas vantagens po bebe e para mim (pois posso apoia.la ate na minha bacia ,sem sofrer das costas) ja me DECIDI...
E vamos ao balde Dinis...espero que gostes e que nao me mordas a paciencia OMG

DILEMA DA BANHEIRA RESOLVIDO (ate ver,,,)